Fragmento

Há alguns anos comecei a escrever esse fragmento, mas nunca concluí…Esses dias o encontrei e quis dar continuidade, mas ainda que seja extraordinário fundir sentimentos de três anos atrás com os sentimentos que tenho agora…ainda fica vago…
Então…por enquanto esse poema fica…

(Fragmento)

 Ele fala…

Há bocas pra sabores inquestionáveis!
conclusões sobre amores idos, eu já cheguei:
O que existe sem padrões é mais durável…
Conceitos e definiões, podem ser sempre revogados!

Pessoas com mania de me por em dicionário,
De me denunciar ou demitir por justa causa.
Expando-me! Ou diminuo nesse prazo.
Sou maduro…Criatividade é meu maior cenário.

Presto-me para o som da queda d’água:
violento ou mais calado…
Sigo uma composição de vento,
a valsa que toca na vitrola de velhas casas…

Não pode haver rima nesse fragmento?…

Os sábios que se dizem sábios, julgam a mim.
No século passado e nesse,
tornei-me cada vez mais apreciado.
E o que se aprecia demais, já tornou-se raro!

Poema sem fim, é esse sentimento…

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Esta entrada foi publicada em 8 de maio de 2011 às 2:02 e está arquivada sob Sem categoria. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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